PPRA e PCMSO: como fazer?

PPRA e PCMSO: como fazer?
4 anos atrás

Você sabe como fazer PPRA e PCMSO? O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) são ações conjuntas que visam atender as normas de medicina e segurança do trabalho.

Entenda melhor a seguir, sobre quem pode elaborar cada um destes procedimentos e os principais erros recorrentes na execução destes programas de implementação essencial em toda empresa.

Quem pode elaborar o PPRA?

Parte integrante do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, articulado de acordo com a NR-7, o PPRA deve ser colocado em prática em qualquer empresa ou instituição que tenha funcionários contratados.

De acordo com a lei, o PPRA deve ser elaborado seguindo o item 9.3.1.1 da norma regulamentadora nº 09, que diz exatamente, o seguinte:

9.3.1.1 A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR.

Quem pode elaborar o PCMSO?

Uma dúvida frequente acerca da elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, se debruça exatamente sobre quem é o profissional responsável por tal elaboração.

Em um primeiro momento, seguindo o que prescreve a norma regulamentadora número 7, é preciso que o empregador designe um profissional da área da saúde do trabalho (médico do trabalho) para a elaboração do projeto em sua empresa.

Em suma, é primordial que se contrate uma empresa que elabore e seja capaz de implementar o chamado documento-base do PCMSO, seguindo todos os trâmites, conforme NR-7.

Principais erros cometidos

Alguns erros acabam sendo recorrentes, quando a implementação do PCMSO não é feita por meio de uma empresa referência no setor.

Um deles é o total desconhecimento do ambiente de trabalho da empresa, por exemplo.

Uma prática comum, é a aquisição de documentos “padrões”, prontos, apenas assinados por médicos, revelando assim uma conduta, no mínimo, antiética.

Ao contratar uma empresa para a implementação do projeto, é importante que o médico coordenador saiba exatamente como funciona o local, as funções exercidas pelos trabalhadores e demais detalhes relevantes para o sucesso do projeto num todo.

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